Pular para o conteúdo principal

Com que Direito?


A Declaração Universal dos Direitos Humanos, aprovada pela ONU, tornou-se famosa pela sua amplitude e pelo respeito que volta ao ser humano.

Vejam que interessante dois artigos dela:

Art. 16º - A família é o núcleo natural e fundamental da sociedade e tem direito à proteção da sociedade e do Estado.

Comentário: para ser "núcleo natural" ela deve seguir a sua natureza: homem, mulher e sua prole. E o Estado, no dever de proteger (juntamente com a sociedade), deveria opor-se a qualquer condição que contrarie a naturalidade da família; pelo contrário, ele deve preservar. Casamento que não o heterossexual e adoção de crianças por uniões de pessoas do mesmo sexo contrariam a natureza da família como sempre foi e será. Como não podem acabar com a ideia da família (as pessoas não aceitariam isso), distorcem o conceito dela.

Art. 26º - Todo homem tem direito à educação (...)
b) os pais têm prioridade de direito na escolha do gênero da instrução que será ministrado a seus filhos.

Comentário: Não é isso que temos visto em nossos dias, querem tirar o direito dos pais opinarem, escolherem e decidirem sobre a educação dos seus filhos, forçando um Estado que decide pela família e desautoriza os pais. Além disso, na outra ponta, temos pais que abandonam mesmo a educação de seus filhos (ô mundo cruel!).

Bom, tanto em uma coisa como em outra, vemos que a passividade ou a coerção do Estado acerca do seu dever tem vilipendiado a família, e os Direitos Humanos, no entendimento desta Declaração Universal. Mas ele não faz isso sozinho, mas sim pelos que o regem. Os valores estão nas pessoas, instituição são só instituições.

A dica da Angela Merkel para a Alemanha volta a ler a Bíblia deve valer para todas as nações - sobretudo o Brasil.

Eleanor Roosevelt exibe cartaz contendo a Declaração Universal dos Direitos Humanos (1949). A Declaração Universal dos Direitos Humanos, que delineia os direitos humanos básicos, foi adotada pela Organização das Nações Unidas em 10 de dezembro de 1948.

Postagens mais visitadas deste blog

A experiência de continuar sendo salvo

Convido você a assistir este vídeo onde exponho a mensagem bíblica: "A experiência de continuar sendo salvo".



Gostou do vídeo? Compartilhe no Facebook, no Twitter e nas demais plataformas usando a ferramenta abaixo. Sugira novos temas. Deixe seu comentário abaixo.

FORMATURA CASADOS PARA SEMPRE - Turma IBMA 2012 / 1º Semestre

O Curso "Casados para sempre" tem alcançado pessoas ao redor do mundo todo com uma visão bíblica sobre casamento.
No dia 03 de junho de 2012 tivemos a formatura da primeira turma da Igreja Batista Maysa I, pela graça e bençãos de Deus.

A formatura aconteceu no culto de domingo a noite, e o pastor nos repassou a direção do mesmo, assim fizemos um culto das famílias para Deus. O Senhor nos abençoou com uma Palavra edificante e profunda, confirmando cada vez a suficiência da Bíblia em fornecer toda a direção necessária para a vida humana, sobretudo familiar, por meio da fé em Jesus Cristo, com a ação do Espírito Santo, pela graça de Deus.

Os casais tiveram o momento de testemunhar e cada cônjuge falou aquilo que Deus fez nas suas vidas, o que começou e está continuando. Falaram das aulas que mais gostaram e incentivaram, de livre vontade, os presentes a fazerem o Casados para Sempre. Todos os testemunhos, sem exceção, foram sinceros e demonstraram aquilo que Deus operou por mei…

GRANDES projetos, mas sem DEUS (Julio Oliveira Sanches)

Na vida diária temos muitos detalhes que fazem a diferença para os sucessos que desejamos (no sentido de objetivos serem atingidos). Escrevendo para O Jornal Batista (Ano CXIII, Edição 10), o pastor Julio Oliveira Sanches comentou acerca de grandes projetos que essa era tem feito, mas excluindo Deus, e, portanto, as consequencias colhidas. Preste muita atenção nas suas colocações, pois foi exatamente o que me fez escolher este artigo para a semana. Os destaques são meus. Confira na íntegra abaixo:

Faz parte da natureza corrompida pelo pecado "sonhar” grandes projetos para Deus, mas sem respaldo da aprovação divina. Uma tentativa de comprar os favores divinos e compensar os pecados não confessados e não perdoados. Deus não é consultado, tampouco participa da elaboração e execução das megalomanias humanas. O nome de Deus é citado como fetiche aprovador das maluquices humanas. Cabe a Deus dar a aprovação final com suas bênçãos para que o sucesso alimente os egos desequilibrados dos q…