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Igreja pela TV e internet... até que ponto?


“Não deixemos de congregar-nos, como é costume de alguns; antes, façamos admoestações e tanto mais quanto vedes que o Dia se aproxima.” (HB 10.25)

O assunto ao qual este versículo está inserido é a verdade de que, pelo Sangue de Jesus podemos entrar na presença bendita de Deus, pois fomos justificados por Ele. Porém, diz ainda mais.

Na continuidade do seu texto, o autor de Hebreus discorre acerca de algumas necessidades da nossa fé. A primeira é que devemos guardar firme a confissão que fizemos (antes do batismo fizemos a profissão de fé, dizendo que acreditamos que nossa salvação é somente pela graça, por meio da fé em Jesus Cristo, não é mérito nosso, ou seja, não é salvação pelas obras). E depois ele nos alerta para que não deixemos de congregar, conforme o versículo acima.

Tão importante quando crer no Senhor é também ter comunhão com Seu corpo, a igreja, os irmãos. Hoje o mundo evangélico nos fornece um cristianismo experimentado no sofá de casa, em frente a TV ou à internet. Até a Ceia do Senhor ministram via satélite, mas a Ceia pressupõe comunhão dos irmãos! (Em alguns casos isso é possível, como doença, por exemplo).

Claro que devemos estar presentes nos meios de comunicação para pregar o Evangelho e claro que mesmo depois de convertidos pelo Espírito Santo podemos assistir mensagens pela internet e TV (desde que sejam realmente bíblicas). Entretanto, não podemos cair no erro de trocar a comunhão pela televisão. Isso gera problemas profundos na alma da ser humano, pois ele não enfrenta mais a realidade dos relacionamentos, que por vezes é difícil (mas que não foi descartado por Cristo), pois exige perdão, sabedoria, paciência, dentre outras virtudes que conseguimos plenamente apenas de joelhos com Deus. Fato é que tal postura cria um cristianismo fantasioso, extra-bíblico e, portanto, perigoso.

Não deixemos de congregar, ame estar na casa de Deus, com os irmãos. A fé cristã tem por base as Escrituras, mas ela não tem só base, tem também uma construção e parte desta é a comunhão.

Pense nisso,

Leandro Hüttl Dias

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